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Entenda por que a biotecnologia é o futuro da construção civil Uso de materiais biológicos deixará setor mais competitivo e contribuirá para reduzir os impactos ambientais.

Por Sistema Fiep

 

 

No primeiro semestre de 2022, o setor de construção civil cresceu 9,5% em relação ao mesmo período de 2021 (IBGE), sendo o segundo com maior crescimento até agora. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram a importância da construção civil para o país, cujo PIB registra alta há sete semestres consecutivos. Um dos fatores responsáveis pelo bom desempenho é que o setor de construção civil enxerga a inovação como um agente de mudança essencial nos negócios – entre maio de 2021 e maio de 2022, o número de startups na área aumentou 13,82%, movimentando cerca de R$ 6 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Startups.

No Paraná, o Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil (IST-CC) tem acompanhado a dinâmica deste mercado. Responsável por desenvolver projetos para inserção de novas tecnologias na construção, o Instituto tem fomentado pesquisas para o desenvolvimento de materiais que já estão mudando a forma de produzir e construir. “Temos uma interação bem grande em toda a cadeia produtiva do Paraná, trabalhando sempre em parcerias com indústrias e construtoras que, inclusive, já utilizam alguns materiais novos em seus projetos”, conta Karine Coelho Corrêa, consultora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no IST-CC.

Biotecnologia é destaque

 

Um assunto que tem ganhado relevância na área de construção é o uso de materiais biológicos como base para os produtos do segmento. É o caso do bioconcreto, criado a partir de bactérias que se desenvolvem em cápsulas biodegradáveis; e que representa uma revolução e tanto nos processos construtivos. Em contato com a água, essas bactérias são ativadas e agem como selantes de eventuais rachaduras, o que deve aumentar significativamente a durabilidade das construções.

Mas não é só a indústria de concreto que está se reinventando a partir da tecnologia. No IST da Construção Civil, há diversos projetos na área de biotecnologia. É o caso da Mush, startup atualmente incubada na Universidade Federal do Paraná. Por meio da Chamada Paranaense de Inovação Industrial, a Mush trouxe ao IST-CC um projeto de pesquisa para fabricação de placas com resíduos da agroindústria. De acordo com o IBGE, a produção agrícola do Brasil em 2022 deve ser 2,2% maior do que em 2021, sendo que o arroz, o milho e a soja representam 91,5% da estimativa – e para cada tonelada de grão, são geradas duas toneladas de resíduos vegetais. A solução da startup utiliza esses resíduos que seriam descartados como fonte de nutriente e suporte para crescimento de um fungo que age como uma cola. O CEO da Mush, Eduardo Sydney, pontua os benefícios da tecnologia: “Estamos validando todas as propriedades deste material e, até o momento, já comprovamos que além de oferecer conforto termoacústico, ele tem um ciclo de vida completo. É gerado a partir de resíduos vegetais, transformado em material construtivo e é 100% biodegradável, compostável na terra, água doce e água salgada. Ou seja: se no futuro uma construção for demolida ou reformada, essas placas vão se decompor naturalmente”, destaca.

Tecnologia e meio ambiente

 

O incentivo às mudanças na indústria da construção civil vai além do viés comercial. O uso de materiais biológicos está alinhado a questões ambientais. Para se ter uma ideia, somente a produção de cimento responde por 8% das emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo, segundo a associação World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). Um levantamento feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) revelou que o setor de construção civil é responsável por 38% do gás carbônico lançado na atmosfera. “Estamos atendendo a uma demanda do setor e do planeta, criando um material construtivo sustentável. É uma solução disruptiva, que ajuda a compatibilizar a necessidade de construir, morar e trabalhar com a preservação dos recursos naturais”, ressalta Eduardo Sydney.

O trabalho em conjunto é o melhor caminho para mudar este cenário e a equipe do Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil tem testado soluções que são rapidamente disponibilizadas ao mercado. “Temos trabalhado muito em sistemas construtivos inovadores para substituir alvenaria, concreto e alguns tipos de madeira. A indústria está investindo em pesquisas para aumentar a produtividade, fabricar os sistemas e encaminhar para comercialização, tudo muito rápido. Em pouco tempo, conseguimos fazer os testes e validar esses novos produtos”, conta a analisa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do IST-CC, Karine Coelho Corrêa.

Em relação ao projeto da Mush, a expectativa é de a biotecnologia ganhe ainda mais espaço na construção civil – o Brasil já ocupa o 4º lugar no ranking global de construções sustentáveis certificadas pela LEED (Leadership in Energy and Environmental Design): “Temos uma biodiversidade muito grande, além de muita capacidade científica. Somos vistos como pesquisadores muito dedicados e, com essa tecnologia pioneira, causaremos um impacto muito positivo”, finaliza o CEO Eduardo Sydney.

Você já conhece o Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil? Ele faz parte de uma rede nacional de Institutos Senai para desenvolvimento de soluções em diversas áreas. Clique aqui e saiba mais.

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40 anos da Asbraco.

Fundada em 22 de setembro 1982, sem fins lucrativos, constituída para fins de estudos, coordenação e representação dos seus associados, com o objetivo de colaborar com os poderes públicos e pugnar pelo interesse e solidariedade de todas as empresas de Engenharia com exercício em Brasília.
A ASBRACO até hoje, teve nove presidentes, sendo o atual e em seu segundo mandato, o administrador e empresário, formado pela universidade Católica de Brasília em 1986, “Luiz Afonso Delgado Assad.”
Envolvido com o setor da construção civil, desde 1978, aos 15 anos de idade, por paixão e por influência do pai, Waldir Assad, importante engenheiro civil do DF, que atuou na engenharia por mais de 50 anos. 👏🏽🎊🎉👷‍♂️✨🚧📊📰📈📉🗞.

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CANDIDATOS AO SENADO FEDERAL SINALIZAM COMPROMISSO COM O SETOR DA CONSTRUÇÃO PARA ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO DO DF.

Sandra Bezerra

 

Quatro dos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de opinião para a disputa por uma vaga ao Senado Federal assumiram importantes compromissos com o setor da construção para produzir avanços nos próximos oito anos, seja pela modernização ou pela proposição de novas leis que melhorem o ambiente de negócios, trazendo segurança jurídica para o investimento. A participação do Senado Federal e as propostas dos candidatos foram discutidos durante o Encontro com Candidatos ao Senado pelo Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) no dia 21/09, em Brasília.

“Foi muito bom ter plantado essa semente. Os quatro candidatos abriram as portas para o diálogo. Depois da eleição vamos convidar quem ganhar o pleito e continuar o trabalho de persuasão”, avaliou o presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, anfitrião da sabatina conjunta. “Foi importante fazer sabatinas com os candidatos ao GDF e ao Senado. Isso é muito bom para a democracia. Sinal de que a sociedade quer ir por esse caminho”, acrescentou.

“Foi uma conversa muito boa, muito produtiva. Os candidatos estão muito alinhados, cientes do peso da construção civil no nosso mercado, tanto no Distrito Federal quanto no nacional. Conseguimos sensibilizá-los ainda mais. Independentemente de quem ganhe, teremos um excelente representante no Senado”, salientou o vice-presidente da ADEMI DF, Celestino Júnior.

“É mais um encontro muito bem-organizado pelo Sinduscon-DF, Asbraco e ADEMI DF. Trouxemos os governadores, os senadores e esse bate-papo é importante, porque eles abrem os caminhos para o setor sobre problemas nacionais que temos que ajudar a resolver. É sempre muito bom esse diálogo para a democracia”, ressaltou o presidente da Asbraco, Afonso Assad.

Realizada na sede do Sinduscon-DF, a sabatina foi mediada pelo consultor político Marcelo Moraes e transmitida ao vivo pelos canais da entidade e da ADEMI DF no YouTube. Foram convidados os quatro candidatos mais bem colocados na última pesquisa de opinião publicada pelo jornal Correio Braziliense, em 05 de setembro, que responderam perguntas de empresários do setor da construção. Participaram da sabatina as candidatas Damares Alves (Republicanos), Flávia Arruda (PL) e Rosilene Corrêa (PT), e o candidato Joe Valle (PDT).

Ao final de quase três horas de conversa, os organizadores avaliam que o encontro foi uma excelente oportunidade por ouvir, pela primeira vez, candidatos a uma posição tão importante para a sociedade brasileira, que envolve muitos interesses do segmento. Uma das Casas do Congresso Nacional, no poder legislativo federal, o Senado Federal propõe, aprecia e aprova leis que impactam a vida nacional, com reflexos em todos os Estados da federação e o DF.

Veja uma síntese das sabatinas, pela ordem de apresentação dos candidatos ao Senado Federal:

 

Damares Alves (Republicanos)

A candidata Damares Alves assumiu o compromisso de criar uma comissão especial para discutir o pregão eletrônico. Assim como rever a Lei das Estatais; defender a aplicação dos recursos do FGTS para seu objetivo inicial: financiar infraestrutura e habitação, e defender um rigoroso combate à ocupação ilegal de terras no Distrito Federal e a liberdade de expressão no país.

 

Flávia Arruda (PL)

A aspirante ao Senado Flávia Arruda também se comprometeu a combater o Pregão Eletrônico para obras e serviços de engenharia; a rever a Lei das Estatais; a defender o FGTS como fonte de funding para o financiamento de obras de infraestrutura e de habitação, assim como outras fontes de recursos, e a trabalhar pela regularização fundiária. Prometeu ainda buscar recursos orçamentários para o DF; rever as leis que punem os gestores públicos, e criar um PL que encampe um sistema de qualidade para resgatar a qualidade das obras de construção no DF.

Rosilene Corrêa (PT)

A candidata Rosilene Corrêa assumiu o compromisso de combater a ocupação ilegal de terras e a grilagem, assim como implantar um sistema de qualidade na construção civil no Distrito Federal. Se propôs ainda a revisar as Leis 14.133/2021 (Licitação) e 13.303/2016 (Estatais), a combater o uso do pregão eletrônico para obras e serviços de engenharia, a reorganizar o fluxo de utilização do FGTS e a participar efetivamente para a conquista de dotação orçamentária para o DF.

Joe Valle (PDT)

Caso eleito, o candidato Joe Valle sugeriu ao setor a indicação de um profissional para assessorá-lo. Prometeu ser a voz no Senado para a formulação de políticas públicas de resíduos sólidos e se comprometeu a revisar as Leis de Licitação (Lei 14.133/2021) e das Estatais (Lei 13.303/2016); a combater o uso do pregão eletrônico para obras e serviços de engenharia; a  atuar a favor do gestor público; a combater a ocupação ilegal de terras e a grilagem; a implantar um sistema de qualidade na construção civil no Distrito Federal; a fazer um projeto de lei para implantar um sistema de qualidade na construção civil do país, e a ser contrário ao ativismo judicial.

Perdeu a sabatina? Ainda dá tempo e assistir a sua íntegra. Acesse os canais oficiais do Sinduscon-DF e da ADEMI DF no YouTube.

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CANDIDATOS AO SENADO FEDERAL SE COMPROMETEM A COMBATER A GRILAGEM DE TERRAS NO DISTRITO FEDERAL

 

Combater a ocupação ilegal de terras e a grilagem, assim como implantar um sistema de qualidade na construção civil no Distrito Federal foram alguns dos compromissos assumidos pelos candidatos Rosilene Corrêa (PT) e Joe Valle (PDT) durante o Encontro com Candidatos ao Senado pelo Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) no dia 21/09, em Brasília.

Lembrando ter experiência de 12 anos na gestão de resíduos sólidos, Valle prometeu ser a voz no Senado para a formulação de políticas públicas nesse tema. “Quero que a solução saia como business, para ter sustentabilidade”, mencionou. “Falta no Brasil incentivar uma economia inteligente de preservação do meio ambiente, que garanta moradia, emprego e renda”, salientou a candidata Rosilene Corrêa, sobre o mesmo assunto.

Realizada na sede do Sinduscon-DF, a sabatina foi mediada pelo consultor político Marcelo Moraes e transmitida ao vivo pelos canais da entidade e da ADEMI DF no YouTube. Foram convidados os quatro candidatos mais bem colocados na última pesquisa de opinião publicada pelo jornal Correio Braziliense, em 05 de setembro, que responderam perguntas de empresários do setor da construção.

A candidata do PT se comprometeu, em parceria com o setor da construção, a fazer um rigoroso combate à ocupação ilegal de terras no Distrito Federal. “Não concordo com a grilagem. Defendo um planejamento habitacional para o DF”, frisou. Para o candidato do PDT, as pessoas precisam morar, mas de forma regular. “Quero regularizar a cidade para dar segurança jurídica. Sou a favor do emprego e da renda, mas transferência de renda sem ascensão social é politicagem”, afirmou. Para a melhoria contínua no processo, Joe Valle sugeriu que o setor indique um profissional para assessorá-lo caso seja eleito.

Em resposta ao questionamento do presidente da Asbraco, Afonso Assad, se eleitos os dois candidatos se comprometeram a revisar as Leis de Licitação (Lei 14.133/2021) e das Estatais (Lei 13.303/2016) e combater o uso do pregão eletrônico para a contratação de obras e serviços de engenharia, que têm gerado problemas ao setor da construção civil e à população, com a paralisação de obras e desperdício de recursos públicos.

Falando sobre o esse tema, o candidato Joe Valle afirmou que, no entanto, para que o País avance com a revisão dessas leis, uma de suas bandeiras será resgatar a autoestima do gestor público para não ter medo de responder a futuros processos. Além disso, ele se mostrou disposto a fazer um projeto de lei para implantar um sistema de qualidade na construção civil.

Quanto à aplicação do uso exclusivo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como funding para infraestrutura e habitação de interesse social e da classe média, Rosilene Corrêa se comprometeu a se profundar e reorganizar o fluxo de utilização dos recursos do Fundo. Comentando a escassez de dotação orçamentária federal para o Distrito Federal, a candidata do PT disse que sua atuação, se eleita, será efetiva para a conquista de recursos estruturantes para o orçamento do Distrito Federal e que está aberta ao diálogo com o setor da construção.

Perdeu a sabatina? Ainda dá tempo e assistir a sua íntegra. Acesse os canais oficiais do Sinduscon-DF e da ADEMI DF no YouTube.

Sandra Bezerra.

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CANDIDATOS AO GDF SINALIZAM COMPROMISSOS COM O SETOR DA CONSTRUÇÃO PARA OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS.

 

 

Candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de opinião para a disputa pelo governo do Distrito Federal assumiram importantes compromissos com o setor da construção, sinalizando disposição para produzir avanços nos próximos quatro anos. Desburocratização, reequilíbrio financeiro dos contratos de obras públicas e o combate à ocupação ilegal de áreas públicas e privadas foram alguns dos temas discutidos durante o Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) no dia 13/09, em Brasília.

Mediado pelo consultor político Marcelo Moraes, o evento ouviu as propostas de quatro candidatos – por motivo de agenda, as candidatas Keka Bagno e Leila Barros declinaram do convite. A sabatina durou mais de cinco horas e foi transmitida ao vivo pela internet.

Para os organizadores, o encontro foi muito importante para abrir debate em torno de temas estratégicos para o setor, trazendo maior clareza do posicionamento dos postulantes. “Foram apresentados os pontos de vista de cada candidato e as pessoas que ouviram vão poder tomar a melhor decisão para o voto”, destacou Eduardo Aroeira Almeida, presidente da Ademi DF, ao reforçar que essa é uma prestação de serviço, com informações importantes e estratégias para os associados e a sociedade.

“O evento registrou a importância do setor da construção para os candidatos que versaram bem sobre diversos assuntos, mas o importante foi que eles viram que o setor é organizado e está à disposição para interagir”, salientou Dionyzio Klavdianos, presidente do Sinduscon-DF.

“O evento foi espetacular e muito bom para o engrandecimento do setor. Muito bem conduzido pelo consultor político Marcelo Moraes e com ótimos debates. Os candidatos responderam tudo”, destacou Afonso Assad, presidente da Asbraco.

Veja uma síntese das sabatinas, pela ordem de apresentação dos candidatos:

Ibaneis Rocha (MDB)

Ibaneis Rocha afirma que, se reeleito, pretende priorizar a desburocratização, o reequilíbrio financeiro dos contratos de obras públicas, o investimento em novos projetos de infraestrutura, a conclusão de obras em andamento, a modernização de marcos regulatórios com vistas à maior segurança jurídica, a utilização de resíduos da construção em obras públicas, a consolidação do Setor Noroeste como bairro mais estruturado de Brasília e a regularização de 40% da Floresta Nacional de Brasília (Flona).

Paulo Octávio (PSD)

Se eleito, Paulo Octávio tem como meta enfrentar os desafios do crescimento desordenado no Distrito Federal, gerar 100 mil empregos em infraestrutura, adotar medidas para evitar a ocupação ilegal e os alagamentos no Distrito Federal

Izalci Lucas (PSDB)

Izalci Lucas pretende implantar uma política pública de estado de moradia; desenvolver um planejamento estratégico; aplicar a Lei dos Resíduos Sólidos, do IPTU Verde e da regularização fundiária; incentivar a recuperação de nascentes; mudar o regime tributário; concluir projetos sobre drenagem das águas pluviais e simplificar alvarás e licenças ambientais.

Leandro Grass (PV)

Leandro Grass afirma que, se eleito, vai estabelecer o Comitê Intersetorial de Tratamento de Grilagem de Terras, implementar o IPTU Verde e o projeto de mobilidade urbana; utilizar PPPs nas áreas de educação e saúde; priorizar a desburocratização, o reequilíbrio econômico dos contratos de obras públicas e a reforma e ampliação de hospitais; investir em energias renováveis e na drenagem das águas pluviais, e atrair investimentos para as áreas de transbordos de resíduos sólidos.

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CANDIDATO AO GDF, IZALCI LUCAS PROMETE APLICAR LEI DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E IPTU VERDE NO DISTRITO FEDERAL.

 

 

Implantar políticas públicas de Estado e planejamento estratégico na gestão; aplicar a Lei dos Resíduos Sólidos e do IPTU Verde; incentivar a recuperação das nascentes e mudar a infraestrutura e o regime tributário, compatibilizando a área econômica com a sustentabilidade, são algumas das propostas defendidas pelo senador e candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Izalci Lucas (PSDB). Tais sinalizações foram apresentadas durante o Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores na terça-feira (13/09), em Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

 

Segundo ele, seu plano de governo visa dar qualidade de vida e devolver a Brasília a esperança de ser a capital das oportunidades. “Faltam política pública de estado e planejamento estratégico em Brasília”, comentou Izalci, ao citar que durante a pandemia da covid-19, em conjunto com o Codese-DF, fez o ‘Repensar o DF’, fruto do projeto ‘O Futuro da Minha Cidade’, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), inspirado no modelo bem-sucedido da cidade de Maringá/PR,

 

Numa crítica à ocupação ilegal de áreas públicas e privadas, o candidato afirmou que a regularização fundiária foi aprovada no DF, mas não há acompanhamento e controle tecnológico e online das invasões na cidade. “Hoje há mais de 40 invasões em Brasília”, alertou. Em resposta ao presidente da Ademi DF, Eduardo Aroeira Almeida, o candidato Izalci Lucas disse que, se eleito, pretende de imediato regularizar o que está consolidado.

 

“Falta em Brasília uma política pública de estado de moradia. Temos problema de terra, desde a fundação da cidade. Tem terra que é da União, terra que é do GDF, terra particular e terras em comum”, disse, reforçando que a cidade tem que ser digital para acompanhar online a questão das invasões. Para acelerar a oferta de imóveis, também defendeu a criação de políticas públicas com a participação do setor da construção.

 

Meio Ambiente – Já sobre a questão do manejo de resíduos sólidos da construção civil, Izalci Lucas deu ciência ao presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, que foi diretor do Sistema de Limpeza Urbana (SLU) e que a Lei de Resíduos Sólidos é de sua autoria. O candidato informou que na cidade Estrutural há reaproveitamento do resto de material de construção para fabricação de tijolos, defendendo áreas de transbordo em todas as regiões administrativas do DF.

 

Sobre a Lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais), reforçou que é preciso prestigiar preço e técnica. “Não dá para fazer licitação e, no dia seguinte, já fazer um edital por falta de projeto. Não temos projeto. Perdemos milhões por falta de projeto qualificado”, ressaltou.  Ao presidente da Asbraco, Afonso Assad, Izalci Lucas afirmou que saneamento é fundamental, assim como o anel viário. Para isso, mencionou que precisa de um projeto bem elaborado, que não precise de aditivos. O candidato enfatizou que é totalmente contrário ao uso do pregão eletrônico nas licitações para contratação de obras e serviços de engenharia.

Sandra Bezerra
Assessoria de Comunicação do Sinducon-DF, Ademi DF e Asbraco

O evento foi transmitido ao vivo pelos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube. Confira!

Link; https://youtu.be/jajmA1TwC4A

 

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PAULO OCTÁVIO PROMETE GERAR 100 MIL NOVOS EMPREGOS EM INFRAESTRUTURA E CRIAR NOVAS CIDADES ORDENADAS NO DF.

 

 

Enfrentar os desafios do crescimento desordenado no Distrito Federal, com planejamento tanto para habitação de mercado quanto para a baixa renda, e gerar 100 mil empregos em infraestrutura, são alguns dos desafios que o candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Paulo Octávio (PSD/DF) pretende enfrentar com planejamento ordenado nos próximos quatro anos, caso seja eleito governador nas eleições de 2022. “Tenho propostas de cidades ordenadas”, afirmou, durante o Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores nesta terça-feira (13/09), em Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

 

A ideia, segundo ele, uma e eventual gestão sua fará aprovar o Setor do Jóquei Clube e a Cidade do Exército, na extensão da Estação Rodoferroviária. “O que estamos vivendo hoje é um crescimento desordenado”, salientou, ao abordar o tema Política Habitacional de Interesse Social do Distrito Federal.

 

Mediado pelo consultor político Marcelo Moraes, o evento ouviu as propostas de quatro dos seis candidatos mais bem colocados nas pesquisas de opinião. Por motivo de agenda, as candidatas Keka Bagno e Leila declinaram do convite. Atendendo a ordem fixada por sorteio, Paulo Octávio foi o segundo candidato a se pronunciar. Na abertura, os presidentes das entidades reforçaram que a pandemia da Covid-19 mostrou a importância da construção civil, que manteve e gerou novos empregos formais durante a crise sanitária. A indústria contribuiu com 3,9% do PIB do DF e a construção civil é o seu maior componente, com 52%, o que equivale a R$ 4,9 bilhões. “Quando a construção civil vai bem, a economia também vai bem, mas o contrário também acontece”, salientaram.

 

Ocupação ilegal no DF — Questionado pelo presidente da Ademi DF, Eduardo Aroeira Almeida, Paulo Octávio disse que é imprescindível adotar medidas para evitar a ocupação ilegal no Distrito Federal.  “O governo vai ter que fazer um esforço enorme para atender as famílias mais carentes, porque senão áreas nobres e com proteção ambiental serão ocupadas. É preciso achar uma solução”, mencionou, completando que “não dá mais para deixar a cidade crescer desordenadamente. O BRB tem que estar mais atento às questões sociais, tem que investir mais na baixa renda”.

 

Se eleito, Paulo Octávio afirmou ao presidente da Asbraco, Afonso Assad, que pretende gerar 100 mil novos empregos com projetos de infraestrutura em Brasília, no período de 2023 a 2026, nas áreas de educação, saúde, de segurança e viária. “Acredito na infraestrutura como a grande alavancadora de geração de emprego e renda para a cidade. Infraestrutura é qualidade de vida. Darei todo o apoio para investimento maciço em infraestrutura”, frisou.

 

Como obras, destacou a necessidade da construção de um anel rodoviário; de dois novos hospitais – em São Sebastião e Recanto das Emas; de policlínicas que possam atender a população nas cidades, de estradas marginais e ampliação do metrô.

 

Meio Ambiente — Em resposta à pergunta do presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, o candidato disse que a questão ambiental é fundamental. O grande desafio do setor da construção é avançar em tecnologia. “Precisamos proteger as nascentes, por isso o crescimento ordenado é importante”, comentou. O candidato que, se eleito, seu governo fará o mapeamento das erosões e do escoamento de terras. “Toda cidade que nasce bem, com planejamento, não cria problema para o meio ambiente”.

 

Sobre Licenciamento Ambiental, no que diz respeito ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Paulo Octávio defendeu um governo dinâmico e proativo para ajudar o setor produtivo.  Já sobre o projeto “Águas do DF”, para drenagem das águas pluviais do Distrito Federal, defendeu o trabalho preventivo.

 

Para acelerar a oferta de imóveis, afirmou que o governo precisa ser mais ágil. “É preciso ter coragem”. Paulo Octávio reforçou que, de 1990 a 1994, houve planejamento e coragem para enfrentar os obstáculos. “Todos os governos erraram. Se existe um governo que acertou na política habitacional foi o Roriz [Joaquim Roriz], porque fez um planejamento e fez cidades novas – Recanto das Emas, Riacho Fundo, Santa Maria”, disse.

 

Perdeu a sabatina? Ainda é possível assisti-la nos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

https://youtu.be/jajmA1TwC4A

 

Sandra Bezerra
Assessoria de Comunicação do Sinducon-DF, Ademi DF e Asbraco

 

 

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CANDIDATO, IBANEIS ROCHA ASSUME COMPROMISSOS COM SETOR DA CONSTRUÇÃO

 

 

Desburocratização, reequilíbrio financeiro dos contratos de obras públicas, investimento em novos projetos de infraestrutura e conclusão de obras em andamento e modernização de marcos regulatórios com vistas à maior segurança jurídica. Essa é a síntese dos compromissos com a indústria da construção sinalizados pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), candidato a reeleição para o governo do Distrito Federal, para um eventual segundo mandato. “Vamos desenvolver um grande projeto para a cidade, seja na área educacional, de saúde, que beneficiará todas as empresas do ramo, desde as pequenas até as grandes empresas, em um ambiente de negócio salutar e com transparência e pagamentos em dia”, afirmou.

 

A mensagem conciliadora foi transmitida durante o Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense  de  Construtores nesta terça-feira (13/09), em Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

 

Mediado pelo consultor político Marcelo Moraes, o evento ouviu as propostas de quatro dos seis candidatos mais bem colocados nas pesquisas de opinião. Por motivo de agenda, as candidatas Keka Bagno e Leila declinaram do convite. Atendendo a ordem fixada por sorteio, Ibaneis foi o primeiro a se pronunciar. Na abertura, os presidentes das entidades reforçaram que a pandemia da Covid-19 mostrou a importância da construção civil, que manteve e gerou novos empregos formais durante a crise sanitária. A indústria contribuiu com 3,9% do PIB do DF e a construção civil é o seu maior componente, com 52%, o que equivale a R$ 4,9 bilhões. “Quando a construção civil vai bem, a economia também vai bem, mas o contrário também acontece”, salientaram.

 

Ibaneis destacou que o Distrito Federal saiu de um patamar de quase zero de obras de infraestrutura, avançando nos projetos, com construções em quase todas as cidades do DF. Dentre as obras, citou: túnel de Taguatinga; viadutos do Riacho Fundo 1, 2 e Recanto das Emas, Paranoá, Sudoeste e, em fase final, o viaduto da Escola de Administração Fazendária (Esaf), além das obras na segunda entrada de Sobradinho. “

 

“Conseguimos avançar no balcão de projetos”, disse, reforçando que há projetos disponíveis na Novacap, na Secretaria de Obras e no Departamento de Estradas e Rodagens.  O candidato citou ainda a revitalização da cidade, com as reformas das Tesourinhas do Plano Piloto, da Ponte Costa e Silva e projetos para a Ponte JK e a Ponte das Garças, em parceria com o setor produtivo do DF.

 

Reconhecimento — Ao falar do segmento de obras públicas, o candidato à reeleição garantiu que não há obras paralisadas no DF, apesar das dificuldades com a falta de materiais e o aumento dos preços de insumos. “O governo está trabalhando em um grande processo de renegociação dos contratos na Procuradoria do DF para o realinhamento de preços em virtude do aumento dos custos da construção”, disse.

 

Quanto ao segmento da incorporação imobiliária, ao reconhecer o apoio do setor na pandemia, Ibaneis informou que houve aumento no número de lançamentos no Setor Noroeste e na Quadra 500 do Setor Sudoeste. Citou que a criação do Alvará de Sete Dias para obras com menos de 1000 m2, que tirou a sobrecarga de serviço e empoderou o cidadão para avançar com a aprovação dos seus projetos.

 

“Precisamos avançar, sem dúvida. Os avanços são necessários. A desburocratização se faz necessária, assim como ter um ambiente melhor de negócio para gerar segurança jurídica”, frisou o candidato, destacando que confia no setor empresarial do DF e no setor da construção civil, um dos que mais emprega e traz tributos para a cidade.

 

No ambiente Legislativo, destacou que sancionou a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) e que pretende renovar a LUOS para ter uma legislação capaz de atender as necessidades da cidade e informou que assim que receber o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) dará o correto encaminhamento à Câmara Legislativa.

 

Meio Ambiente — Em resposta à pergunta do presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, sobre transbordo de resíduos sólidos, o candidato Ibaneis Rocha informou que há um projeto para a contratação de esteiras para triturar os resíduos da construção, com aproveitamento deles em obras públicas, áreas rurais e melhoramento de vias.

 

No que diz respeito ao IPTU Verde, disse que prefere a redução do tributo de forma geral para ter uma tributação mais justa em todos os empreendimentos da cidade e não apenas nos sustentáveis.

 

Ocupação ilegal no DF — Questionado pelo presidente da Ademi DF, Eduardo Aroeira, sobre a questão da ocupação ilegal no DF, Ibaneis Rocha disse que avançou nas obras do Setor Noroeste e tem condições de consolidá-lo como bairro mais estruturado na cidade.

 

Quanto à Floresta Nacional de Brasília (FLONA), que atualmente conta com 46 mil famílias, mencionou que a solução foi a regularização, com a retirada de 40% da floresta nacional, que já não existia, e vai fazer os projetos ambientais para regularizar e criar infraestrutura.

 

Obras Públicas — Se reeleito, Ibaneis Rocha disse ao presidente da Asbraco, Afonso Assad, que o GDF tem em torno de R$ 9 bilhões para investimento em obras no DF, devido ao excesso de arrecadação e queda na contratação, podendo chegar a R$ 15 bilhões se atingir a Capacidade de Pagamento (Capag) para investir em infraestrutura, escola e hospitais.

 

Também foram abordados assuntos referentes ao Licenciamento Ambiental, no que diz respeito ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram); ao projeto “Águas do DF” para drenagem das águas pluviais do DF; a maior celeridade nos processos de ofertas de unidades residenciais, e sobre o relacionamento do GDF com a esfera federal, assim como ao Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF).

 

Perdeu a sabatina? Ainda é possível assisti-la nos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

https://youtu.be/jajmA1TwC4A

Sandra Bezerra
Assessoria de Comunicação do Sinducon-DF, Ademi DF e Asbraco

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EM SABATINA, SETOR DA CONSTRUÇÃO ENTREGA AGENDA ESTRATÉGICA.

A CANDIDATOS AO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL

 

Setor essencial para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal, a indústria da construção carrega amplo potencial de crescimento nos próximos anos, com impacto decisivo e positivo sobre a geração de emprego e renda. Responsáveis pelo provimento de moradia digna e  infraestrutura, construtoras e incorporadoras enfrentam desafios para realizar investimentos, muitos deles concentrados na atuação da administração pública.

 

Redução da burocracia, simplificação de procedimentos, segurança jurídica, estímulo à formalidade e à legalidade, qualificação e capacitação continuada de equipes são alguns dos paradigmas à mesa do empreendedor do DF elencados na agenda estratégica apresentada aos candidatos mais bem colocados na disputa pelo governo do Distrito Federal nas eleições de 2022. Os temas pautaram as sabatinas do Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF), e a Associação Brasiliense de Construtores do Distrito Federal (Asbraco) na tarde do dia 13 de setembro. Transmitido ao vivo pela internet, o evento foi realizado na sede do Sindiscon-DF.

 

Apropriando o contexto histórico de gargalos na gestão pública, as entidades do setor da construção sinalizam nove macro temas em que são esperados avanços e a correção de distorções: Obras, Infraestrutura e Projetos; Indústria Imobiliária; Meio Ambiente e Sustentabilidade; Política e Relações Trabalhistas; Incentivos às Pequenas Empresas; Assuntos Parlamentares; Gestão Pública; Inovação Tecnológica, e Apropriação Ilegal de Terras.  “Procuramos dar uma visão geral sobre assuntos diversos afeitos ao setor e à gestão pública sem emitir juízo de valor sobre governança ou governo algum”, salientam as instituições.

 

No item relacionado a Obras, Infraestruturas e Projetos, as entidades reforçam a importância de uma maior atenção à qualidade e ao investimento em projetos de pequeno, médio e longo prazos, com a criação de um banco de projetos, e da capacitação das equipes técnicas responsáveis, no GDF, pelos processos licitatórios em Brasília.

 

Defendem também a pontualidade nos pagamentos das obras executadas, com respeito a ordem cronológica das datas de sua exigibilidade. Além disso, o setor enfatiza a importância de o próximo governador observar questões que ainda geram transtorno em processos licitatórios. Um dos temas se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados, como os projetos de lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais) e do Mercado de Obras Públicas. O setor também defende que a contratação de serviços e projetos de engenharia pelo poder público deixe de ser feita por pregão eletrônico.

 

Do ponto de vista da Indústria Imobiliária, o documento defende a simplificação do licenciamento de empreendimentos no DF, com a continuidade de ações para proporcionar agilidade na aprovação de projetos, emissão de alvarás de construção e habite-se, com cumprimento de prazos previstos na legislação, garantindo a segurança jurídica do negócio.

 

Já sobre Infraestrutura nos Parcelamentos Urbanos, a agenda reforça a importância de um compromisso do novo governo com o desenvolvimento de uma Política Habitacional de Interesse Social do Distrito Federal, em conjunto com as entidades representantes do setor, assim como respeito ao Termo de Compromisso firmado com o Setor Imobiliário e Construção – Ademi DF e Sinduscon-DF – para conclusão da infraestrutura e do Parque Burle Marx, no Setor Noroeste.

 

O setor pleiteia ainda, entre outros, dois importantes compromissos do novo governo. O primeiro referente à aprovação, ainda no primeiro semestre de 2023, da segunda fase da revisão da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS), que trata de avanços legislativos e urbanísticos. A demanda se justifica pelo árduo e completo trabalho que vem sendo realizado para modernizar o texto da legislação..

 

O setor da construção também aponta a aprovação do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), cuja proposta está em fase de finalização e será enviada ainda neste ano de 2022 para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

 

 

 

Sandra Bezerra
Assessoria de Comunicação do Sinducon-DF, Ademi DF e Asbraco

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REUNIÃO DE DIRETORIA COM CANDIDATO A DEPUTADO DISTRITAL DELMASSO.”

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🗓️ 24 DE AGOSTO DE 2022
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