Palavra do Presidente

 

 

A pandemia do Covid 19 vem dando sinais de retorno, deixando um rastro histórico triste de mortes.  Com o trabalho de vacinação coletiva bem avançado, a 4ª dose da vacina já aplicada nos mais idosos e a infraestrutura física desenvolvida para o combate à pandemia, esperamos que o movimento de maior contágio do vírus, não impacte tanto o ano de 2022 como vimos no passado.

Pela frente, os países encaram o aumento sistemático de preços, com a inflação atingindo níveis que há muito não se via. Nesta semana, o Brasil, EUA, Japão e China divulgam seus índices de aumento de preços, com expectativa de alta em todos. A Europa também aguarda um aumento geral nos Juros, a ser divulgado pelo Banco Central Europeu ainda esta semana.

No Brasil, não estamos em uma situação diferente. O aumento generalizado de preços diminuiu o poder de compra das famílias e impactou fortemente nos preços para a Construção Civil. Em pesquisa divulgada pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) e pela FGV, indicou que houve uma redução de 8,5% no faturamento das indústrias de materiais de construção civil, o que refletiu diretamente nos preços dos insumos essenciais para a construção civil.

A Asbraco, como representante das empresas, busca incessantemente o diálogo para que os ajustes não inviabilizem a realização e continuidade dos projetos essenciais para o mercado do Distrito Federal. Toda a discussão em torno do reequilíbrio dos contratos de obras públicas em execução tem sido pauta constante junto ao governo local. Aumentos de mais de 50% em alguns insumos essenciais preocupa o setor e tem gerado incertezas e dificuldades na execução das obras, tanto   públicas como privadas.

Vale também mencionar a situação de calamidade pública que está sendo enfrentada pelo estado de Pernambuco com mais de 120 mortos pela chuva. Nossa solidariedade aos atingidos.

Afonso Assad.