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Entenda por que a biotecnologia é o futuro da construção civil Uso de materiais biológicos deixará setor mais competitivo e contribuirá para reduzir os impactos ambientais.

Por Sistema Fiep

 

 

No primeiro semestre de 2022, o setor de construção civil cresceu 9,5% em relação ao mesmo período de 2021 (IBGE), sendo o segundo com maior crescimento até agora. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram a importância da construção civil para o país, cujo PIB registra alta há sete semestres consecutivos. Um dos fatores responsáveis pelo bom desempenho é que o setor de construção civil enxerga a inovação como um agente de mudança essencial nos negócios – entre maio de 2021 e maio de 2022, o número de startups na área aumentou 13,82%, movimentando cerca de R$ 6 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Startups.

No Paraná, o Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil (IST-CC) tem acompanhado a dinâmica deste mercado. Responsável por desenvolver projetos para inserção de novas tecnologias na construção, o Instituto tem fomentado pesquisas para o desenvolvimento de materiais que já estão mudando a forma de produzir e construir. “Temos uma interação bem grande em toda a cadeia produtiva do Paraná, trabalhando sempre em parcerias com indústrias e construtoras que, inclusive, já utilizam alguns materiais novos em seus projetos”, conta Karine Coelho Corrêa, consultora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no IST-CC.

Biotecnologia é destaque

 

Um assunto que tem ganhado relevância na área de construção é o uso de materiais biológicos como base para os produtos do segmento. É o caso do bioconcreto, criado a partir de bactérias que se desenvolvem em cápsulas biodegradáveis; e que representa uma revolução e tanto nos processos construtivos. Em contato com a água, essas bactérias são ativadas e agem como selantes de eventuais rachaduras, o que deve aumentar significativamente a durabilidade das construções.

Mas não é só a indústria de concreto que está se reinventando a partir da tecnologia. No IST da Construção Civil, há diversos projetos na área de biotecnologia. É o caso da Mush, startup atualmente incubada na Universidade Federal do Paraná. Por meio da Chamada Paranaense de Inovação Industrial, a Mush trouxe ao IST-CC um projeto de pesquisa para fabricação de placas com resíduos da agroindústria. De acordo com o IBGE, a produção agrícola do Brasil em 2022 deve ser 2,2% maior do que em 2021, sendo que o arroz, o milho e a soja representam 91,5% da estimativa – e para cada tonelada de grão, são geradas duas toneladas de resíduos vegetais. A solução da startup utiliza esses resíduos que seriam descartados como fonte de nutriente e suporte para crescimento de um fungo que age como uma cola. O CEO da Mush, Eduardo Sydney, pontua os benefícios da tecnologia: “Estamos validando todas as propriedades deste material e, até o momento, já comprovamos que além de oferecer conforto termoacústico, ele tem um ciclo de vida completo. É gerado a partir de resíduos vegetais, transformado em material construtivo e é 100% biodegradável, compostável na terra, água doce e água salgada. Ou seja: se no futuro uma construção for demolida ou reformada, essas placas vão se decompor naturalmente”, destaca.

Tecnologia e meio ambiente

 

O incentivo às mudanças na indústria da construção civil vai além do viés comercial. O uso de materiais biológicos está alinhado a questões ambientais. Para se ter uma ideia, somente a produção de cimento responde por 8% das emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo, segundo a associação World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). Um levantamento feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) revelou que o setor de construção civil é responsável por 38% do gás carbônico lançado na atmosfera. “Estamos atendendo a uma demanda do setor e do planeta, criando um material construtivo sustentável. É uma solução disruptiva, que ajuda a compatibilizar a necessidade de construir, morar e trabalhar com a preservação dos recursos naturais”, ressalta Eduardo Sydney.

O trabalho em conjunto é o melhor caminho para mudar este cenário e a equipe do Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil tem testado soluções que são rapidamente disponibilizadas ao mercado. “Temos trabalhado muito em sistemas construtivos inovadores para substituir alvenaria, concreto e alguns tipos de madeira. A indústria está investindo em pesquisas para aumentar a produtividade, fabricar os sistemas e encaminhar para comercialização, tudo muito rápido. Em pouco tempo, conseguimos fazer os testes e validar esses novos produtos”, conta a analisa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do IST-CC, Karine Coelho Corrêa.

Em relação ao projeto da Mush, a expectativa é de a biotecnologia ganhe ainda mais espaço na construção civil – o Brasil já ocupa o 4º lugar no ranking global de construções sustentáveis certificadas pela LEED (Leadership in Energy and Environmental Design): “Temos uma biodiversidade muito grande, além de muita capacidade científica. Somos vistos como pesquisadores muito dedicados e, com essa tecnologia pioneira, causaremos um impacto muito positivo”, finaliza o CEO Eduardo Sydney.

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Clube de Engenharia de Brasília empossou a nova diretoria composta por 25 nomes.

📌Nesta quarta-feira (14/09),o Clube de Engenharia de Brasília empossou a nova diretoria composta por 25 nomes.
Desejamos ao novo Presidente do @_cenb O Engenheiro Artur Milhomem Neto. “Todo sucesso nessa nova jornada ,que possamos trabalhar em conjunto em prol das nossas entidades e pelo mesmo objetivo, o crescimento em nosso setor. “destacou Afonso Assad Presidente da Asbraco.
#construção #construcaocivil #engenheiro

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40 anos da Asbraco.

Fundada em 22 de setembro 1982, sem fins lucrativos, constituída para fins de estudos, coordenação e representação dos seus associados, com o objetivo de colaborar com os poderes públicos e pugnar pelo interesse e solidariedade de todas as empresas de Engenharia com exercício em Brasília.
A ASBRACO até hoje, teve nove presidentes, sendo o atual e em seu segundo mandato, o administrador e empresário, formado pela universidade Católica de Brasília em 1986, “Luiz Afonso Delgado Assad.”
Envolvido com o setor da construção civil, desde 1978, aos 15 anos de idade, por paixão e por influência do pai, Waldir Assad, importante engenheiro civil do DF, que atuou na engenharia por mais de 50 anos. 👏🏽🎊🎉👷‍♂️✨🚧📊📰📈📉🗞.

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CANDIDATOS AO SENADO FEDERAL SINALIZAM COMPROMISSO COM O SETOR DA CONSTRUÇÃO PARA ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO DO DF.

Sandra Bezerra

 

Quatro dos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de opinião para a disputa por uma vaga ao Senado Federal assumiram importantes compromissos com o setor da construção para produzir avanços nos próximos oito anos, seja pela modernização ou pela proposição de novas leis que melhorem o ambiente de negócios, trazendo segurança jurídica para o investimento. A participação do Senado Federal e as propostas dos candidatos foram discutidos durante o Encontro com Candidatos ao Senado pelo Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) no dia 21/09, em Brasília.

“Foi muito bom ter plantado essa semente. Os quatro candidatos abriram as portas para o diálogo. Depois da eleição vamos convidar quem ganhar o pleito e continuar o trabalho de persuasão”, avaliou o presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, anfitrião da sabatina conjunta. “Foi importante fazer sabatinas com os candidatos ao GDF e ao Senado. Isso é muito bom para a democracia. Sinal de que a sociedade quer ir por esse caminho”, acrescentou.

“Foi uma conversa muito boa, muito produtiva. Os candidatos estão muito alinhados, cientes do peso da construção civil no nosso mercado, tanto no Distrito Federal quanto no nacional. Conseguimos sensibilizá-los ainda mais. Independentemente de quem ganhe, teremos um excelente representante no Senado”, salientou o vice-presidente da ADEMI DF, Celestino Júnior.

“É mais um encontro muito bem-organizado pelo Sinduscon-DF, Asbraco e ADEMI DF. Trouxemos os governadores, os senadores e esse bate-papo é importante, porque eles abrem os caminhos para o setor sobre problemas nacionais que temos que ajudar a resolver. É sempre muito bom esse diálogo para a democracia”, ressaltou o presidente da Asbraco, Afonso Assad.

Realizada na sede do Sinduscon-DF, a sabatina foi mediada pelo consultor político Marcelo Moraes e transmitida ao vivo pelos canais da entidade e da ADEMI DF no YouTube. Foram convidados os quatro candidatos mais bem colocados na última pesquisa de opinião publicada pelo jornal Correio Braziliense, em 05 de setembro, que responderam perguntas de empresários do setor da construção. Participaram da sabatina as candidatas Damares Alves (Republicanos), Flávia Arruda (PL) e Rosilene Corrêa (PT), e o candidato Joe Valle (PDT).

Ao final de quase três horas de conversa, os organizadores avaliam que o encontro foi uma excelente oportunidade por ouvir, pela primeira vez, candidatos a uma posição tão importante para a sociedade brasileira, que envolve muitos interesses do segmento. Uma das Casas do Congresso Nacional, no poder legislativo federal, o Senado Federal propõe, aprecia e aprova leis que impactam a vida nacional, com reflexos em todos os Estados da federação e o DF.

Veja uma síntese das sabatinas, pela ordem de apresentação dos candidatos ao Senado Federal:

 

Damares Alves (Republicanos)

A candidata Damares Alves assumiu o compromisso de criar uma comissão especial para discutir o pregão eletrônico. Assim como rever a Lei das Estatais; defender a aplicação dos recursos do FGTS para seu objetivo inicial: financiar infraestrutura e habitação, e defender um rigoroso combate à ocupação ilegal de terras no Distrito Federal e a liberdade de expressão no país.

 

Flávia Arruda (PL)

A aspirante ao Senado Flávia Arruda também se comprometeu a combater o Pregão Eletrônico para obras e serviços de engenharia; a rever a Lei das Estatais; a defender o FGTS como fonte de funding para o financiamento de obras de infraestrutura e de habitação, assim como outras fontes de recursos, e a trabalhar pela regularização fundiária. Prometeu ainda buscar recursos orçamentários para o DF; rever as leis que punem os gestores públicos, e criar um PL que encampe um sistema de qualidade para resgatar a qualidade das obras de construção no DF.

Rosilene Corrêa (PT)

A candidata Rosilene Corrêa assumiu o compromisso de combater a ocupação ilegal de terras e a grilagem, assim como implantar um sistema de qualidade na construção civil no Distrito Federal. Se propôs ainda a revisar as Leis 14.133/2021 (Licitação) e 13.303/2016 (Estatais), a combater o uso do pregão eletrônico para obras e serviços de engenharia, a reorganizar o fluxo de utilização do FGTS e a participar efetivamente para a conquista de dotação orçamentária para o DF.

Joe Valle (PDT)

Caso eleito, o candidato Joe Valle sugeriu ao setor a indicação de um profissional para assessorá-lo. Prometeu ser a voz no Senado para a formulação de políticas públicas de resíduos sólidos e se comprometeu a revisar as Leis de Licitação (Lei 14.133/2021) e das Estatais (Lei 13.303/2016); a combater o uso do pregão eletrônico para obras e serviços de engenharia; a  atuar a favor do gestor público; a combater a ocupação ilegal de terras e a grilagem; a implantar um sistema de qualidade na construção civil no Distrito Federal; a fazer um projeto de lei para implantar um sistema de qualidade na construção civil do país, e a ser contrário ao ativismo judicial.

Perdeu a sabatina? Ainda dá tempo e assistir a sua íntegra. Acesse os canais oficiais do Sinduscon-DF e da ADEMI DF no YouTube.

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CANDIDATOS AO SENADO FEDERAL SE COMPROMETEM A COMBATER A GRILAGEM DE TERRAS NO DISTRITO FEDERAL

 

Combater a ocupação ilegal de terras e a grilagem, assim como implantar um sistema de qualidade na construção civil no Distrito Federal foram alguns dos compromissos assumidos pelos candidatos Rosilene Corrêa (PT) e Joe Valle (PDT) durante o Encontro com Candidatos ao Senado pelo Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) no dia 21/09, em Brasília.

Lembrando ter experiência de 12 anos na gestão de resíduos sólidos, Valle prometeu ser a voz no Senado para a formulação de políticas públicas nesse tema. “Quero que a solução saia como business, para ter sustentabilidade”, mencionou. “Falta no Brasil incentivar uma economia inteligente de preservação do meio ambiente, que garanta moradia, emprego e renda”, salientou a candidata Rosilene Corrêa, sobre o mesmo assunto.

Realizada na sede do Sinduscon-DF, a sabatina foi mediada pelo consultor político Marcelo Moraes e transmitida ao vivo pelos canais da entidade e da ADEMI DF no YouTube. Foram convidados os quatro candidatos mais bem colocados na última pesquisa de opinião publicada pelo jornal Correio Braziliense, em 05 de setembro, que responderam perguntas de empresários do setor da construção.

A candidata do PT se comprometeu, em parceria com o setor da construção, a fazer um rigoroso combate à ocupação ilegal de terras no Distrito Federal. “Não concordo com a grilagem. Defendo um planejamento habitacional para o DF”, frisou. Para o candidato do PDT, as pessoas precisam morar, mas de forma regular. “Quero regularizar a cidade para dar segurança jurídica. Sou a favor do emprego e da renda, mas transferência de renda sem ascensão social é politicagem”, afirmou. Para a melhoria contínua no processo, Joe Valle sugeriu que o setor indique um profissional para assessorá-lo caso seja eleito.

Em resposta ao questionamento do presidente da Asbraco, Afonso Assad, se eleitos os dois candidatos se comprometeram a revisar as Leis de Licitação (Lei 14.133/2021) e das Estatais (Lei 13.303/2016) e combater o uso do pregão eletrônico para a contratação de obras e serviços de engenharia, que têm gerado problemas ao setor da construção civil e à população, com a paralisação de obras e desperdício de recursos públicos.

Falando sobre o esse tema, o candidato Joe Valle afirmou que, no entanto, para que o País avance com a revisão dessas leis, uma de suas bandeiras será resgatar a autoestima do gestor público para não ter medo de responder a futuros processos. Além disso, ele se mostrou disposto a fazer um projeto de lei para implantar um sistema de qualidade na construção civil.

Quanto à aplicação do uso exclusivo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como funding para infraestrutura e habitação de interesse social e da classe média, Rosilene Corrêa se comprometeu a se profundar e reorganizar o fluxo de utilização dos recursos do Fundo. Comentando a escassez de dotação orçamentária federal para o Distrito Federal, a candidata do PT disse que sua atuação, se eleita, será efetiva para a conquista de recursos estruturantes para o orçamento do Distrito Federal e que está aberta ao diálogo com o setor da construção.

Perdeu a sabatina? Ainda dá tempo e assistir a sua íntegra. Acesse os canais oficiais do Sinduscon-DF e da ADEMI DF no YouTube.

Sandra Bezerra.

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CANDIDATAS AO SENADO SE COMPROMETEM A REVER USO DE PREGÃO ELETRÔNICO PARA CONTRATAR OBRAS DE ENGENHARIA.

 

Combater o uso do pregão eletrônico para a contratação de obras e serviços de engenharia, rever a Lei das Estatais e defender a exclusividade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como funding para o financiamento de obras de infraestrutura e de habitação foram alguns dos compromissos assumidos pelas candidatas Damares Alves (Republicanos) e Flávia Arruda (PL) durante o Encontro com Candidatos ao Senado pelo Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) no dia 20/09, em Brasília.

“Quero ser a parceira da construção civil local, mas quero também estar influenciando nas decisões a nível nacional para todo o segmento”, frisou Damares Alves (Republicanos). Realizada na sede do Sinduscon-DF, a sabatina foi mediada pelo consultor político Marcelo Moraes e transmitida ao vivo pelos canais da entidade e da ADEMI DF no YouTube. Foram convidados os quatro candidatos mais bem colocados na última pesquisa de opinião publicada pelo jornal Correio Braziliense, em 05 de setembro, que responderam perguntas de empresários do setor da construção.

Se eleita senadora, a candidata Damares Alves disse estar disposta a fazer uma comissão especial para discutir mudanças que evitem o uso inadequado do pregão eletrônico e evitem a repetição de problemas como os da sede da Casa da Mulher Brasileira na Asa Norte, em Brasília, que consumiu cerca de R$ 10 milhões e terá de ser refeita, deixando de proteger milhares de mulheres em situação de vulnerabilidade.

O caso foi apontado pelo presidente da Asbraco, Afonso Assad, como exemplo emblemático dos prejuízos trazidos pela contratação de serviços e obras de engenharia por meio de pregão: além do não atendimento à população, tais equívocos levam ao desperdício de recursos públicos. Para a candidata Flávia Arruda (PL), o pregão eletrônico para obras e serviços de engenharia tem que ser “derrubado”, em razão da realidade local e para valorizar as empresas do setor da construção do DF.

Uso do FGTS – Quanto à Lei nº 13.303/2016, conhecida como Lei das Estatais, a candidata liberal defende sua imediata revisão, em razão do atraso provocado ao setor produtivo do DF. “Quero fomentar a construção civil, trazendo recursos para o DF”, disse Flávia Arruda, completando que “a construção é o alicerce que movimenta a economia, o emprego e a geração de renda. A valorização do conhecimento, das pessoas, das obras e o fortalecimento das empresas do DF é minha prioridade”.

Questionada pelo vice-presidente da ADEMI DF, Celestino Fracon, sobre a destinação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para atividades fora do seu escopo de atuação, a candidata Damares Alves se comprometeu a não engessar o FGTS, mas a garantir o seu objetivo inicial. “Não garanto outros direitos se eu não tiver casa”, destacou. Na mesma linha, Flávia Arruda disse que defende o uso exclusivo do FGTS preferencialmente como funding para o financiamento de obras de infraestrutura e de habitação, bem como outras fontes de recursos.

O uso do FGTS para custear despesas fora do seu escopo – habitação e infraestrutura – preocupa o setor da construção e pode comprometer a execução de projetos em andamento, assim como impedir novos investimentos.

As duas candidatas também defenderam um rigoroso combate à ocupação ilegal de terras no Distrito Federal. “Faltou uma resposta de política social de habitação e regularização séria no DF. O tema tem que ser enfrentado com seriedade”, mencionou Damares Alves. O Estado tem que combater a grilagem de terra na raiz”, disse Flávia Arruda, ao defender a regularização fundiária para que a cidade tenha um crescimento ordenado, respeitando o solo e os impactos ambientais.

 

Ao responder a perguntas dos empresários presentes, Damares e Flávia se comprometeram a trabalhar para trazer recursos orçamentários federais para o Distrito Federal. “O segmento pode contar comigo para que o DF tenha participação na parcela dos recursos orçamentários”, salientou a candidata do Republicanos. “Vou trabalhar a nível nacional para trazer recursos para o DF”, disse a candidata do PL, completando que defende a implementação dos interbairros, para desafogar as vias do DF.

 

Flávia Arruda se comprometeu a rever, com a participação do servidor público, as leis que estão muito punitivas e atrasam o bom andamento do país, em razão do “apagão das canetas”. Se eleita, ela prometeu apresentar projeto de lei que encampe um sistema de qualidade para resgatar a qualidade das obras de construção no DF.

Assista a íntegra da sabatina nos canais oficiais do Sinduscon-DF e da ADEMI DF no YouTube.

Sandra Bezerra

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CANDIDATOS AO GDF SINALIZAM COMPROMISSOS COM O SETOR DA CONSTRUÇÃO PARA OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS.

 

 

Candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de opinião para a disputa pelo governo do Distrito Federal assumiram importantes compromissos com o setor da construção, sinalizando disposição para produzir avanços nos próximos quatro anos. Desburocratização, reequilíbrio financeiro dos contratos de obras públicas e o combate à ocupação ilegal de áreas públicas e privadas foram alguns dos temas discutidos durante o Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) no dia 13/09, em Brasília.

Mediado pelo consultor político Marcelo Moraes, o evento ouviu as propostas de quatro candidatos – por motivo de agenda, as candidatas Keka Bagno e Leila Barros declinaram do convite. A sabatina durou mais de cinco horas e foi transmitida ao vivo pela internet.

Para os organizadores, o encontro foi muito importante para abrir debate em torno de temas estratégicos para o setor, trazendo maior clareza do posicionamento dos postulantes. “Foram apresentados os pontos de vista de cada candidato e as pessoas que ouviram vão poder tomar a melhor decisão para o voto”, destacou Eduardo Aroeira Almeida, presidente da Ademi DF, ao reforçar que essa é uma prestação de serviço, com informações importantes e estratégias para os associados e a sociedade.

“O evento registrou a importância do setor da construção para os candidatos que versaram bem sobre diversos assuntos, mas o importante foi que eles viram que o setor é organizado e está à disposição para interagir”, salientou Dionyzio Klavdianos, presidente do Sinduscon-DF.

“O evento foi espetacular e muito bom para o engrandecimento do setor. Muito bem conduzido pelo consultor político Marcelo Moraes e com ótimos debates. Os candidatos responderam tudo”, destacou Afonso Assad, presidente da Asbraco.

Veja uma síntese das sabatinas, pela ordem de apresentação dos candidatos:

Ibaneis Rocha (MDB)

Ibaneis Rocha afirma que, se reeleito, pretende priorizar a desburocratização, o reequilíbrio financeiro dos contratos de obras públicas, o investimento em novos projetos de infraestrutura, a conclusão de obras em andamento, a modernização de marcos regulatórios com vistas à maior segurança jurídica, a utilização de resíduos da construção em obras públicas, a consolidação do Setor Noroeste como bairro mais estruturado de Brasília e a regularização de 40% da Floresta Nacional de Brasília (Flona).

Paulo Octávio (PSD)

Se eleito, Paulo Octávio tem como meta enfrentar os desafios do crescimento desordenado no Distrito Federal, gerar 100 mil empregos em infraestrutura, adotar medidas para evitar a ocupação ilegal e os alagamentos no Distrito Federal

Izalci Lucas (PSDB)

Izalci Lucas pretende implantar uma política pública de estado de moradia; desenvolver um planejamento estratégico; aplicar a Lei dos Resíduos Sólidos, do IPTU Verde e da regularização fundiária; incentivar a recuperação de nascentes; mudar o regime tributário; concluir projetos sobre drenagem das águas pluviais e simplificar alvarás e licenças ambientais.

Leandro Grass (PV)

Leandro Grass afirma que, se eleito, vai estabelecer o Comitê Intersetorial de Tratamento de Grilagem de Terras, implementar o IPTU Verde e o projeto de mobilidade urbana; utilizar PPPs nas áreas de educação e saúde; priorizar a desburocratização, o reequilíbrio econômico dos contratos de obras públicas e a reforma e ampliação de hospitais; investir em energias renováveis e na drenagem das águas pluviais, e atrair investimentos para as áreas de transbordos de resíduos sólidos.

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Entidades da construção civil receberão os candidatos mais bem colocados ao Senado pelo DF.

 

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi DF) e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) realizarão o Encontro com Candidatos ao Senado pelo DF: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022 na próxima terça-feira, dia 20 de setembro, das 10h às 12h30, na sala Luiz Carlos Botelho Ferreira, localizado no SIA Trecho 2/3 Lote 1.125 – 2º andar.

O evento reunirá os quatro candidatos mais bem colocados para a disputa por uma vaga no Senado pelo Distrito Federal, de acordo com pesquisa de intenção de voto, divulgada pelo jornal Correio Braziliense em 05/09.

Confira a ordem de participação dos candidatos:

 

10h10 às 10h40 – Damares Alves (Republicanos)
10h45 às 11h15 – Flávia Arruda (PL)
11h20 às 11h50 – Rosilene Corrêa (PT)
11h55 às 12h25 – Joe Valle (PDT)

A organização e dinâmica do evento foi informada previamente a todos os postulantes ao cargo. A ordem de participação dos candidatos foi sorteada no dia 15 de setembro, na sede do Sinduscon-DF, com a participação de assessores e coordenadores de campanha de cada candidato qualificado.

O evento será transmitido pelo YouTube do Sinduscon-DF: https://youtu.be/rzhZLBJNmZM


Vagas presenciais limitadas. Inscreva-se aqui: https://bit.ly/3dk47GW

 

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CANDIDATO AO GDF, IZALCI LUCAS PROMETE APLICAR LEI DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E IPTU VERDE NO DISTRITO FEDERAL.

 

 

Implantar políticas públicas de Estado e planejamento estratégico na gestão; aplicar a Lei dos Resíduos Sólidos e do IPTU Verde; incentivar a recuperação das nascentes e mudar a infraestrutura e o regime tributário, compatibilizando a área econômica com a sustentabilidade, são algumas das propostas defendidas pelo senador e candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Izalci Lucas (PSDB). Tais sinalizações foram apresentadas durante o Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores na terça-feira (13/09), em Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

 

Segundo ele, seu plano de governo visa dar qualidade de vida e devolver a Brasília a esperança de ser a capital das oportunidades. “Faltam política pública de estado e planejamento estratégico em Brasília”, comentou Izalci, ao citar que durante a pandemia da covid-19, em conjunto com o Codese-DF, fez o ‘Repensar o DF’, fruto do projeto ‘O Futuro da Minha Cidade’, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), inspirado no modelo bem-sucedido da cidade de Maringá/PR,

 

Numa crítica à ocupação ilegal de áreas públicas e privadas, o candidato afirmou que a regularização fundiária foi aprovada no DF, mas não há acompanhamento e controle tecnológico e online das invasões na cidade. “Hoje há mais de 40 invasões em Brasília”, alertou. Em resposta ao presidente da Ademi DF, Eduardo Aroeira Almeida, o candidato Izalci Lucas disse que, se eleito, pretende de imediato regularizar o que está consolidado.

 

“Falta em Brasília uma política pública de estado de moradia. Temos problema de terra, desde a fundação da cidade. Tem terra que é da União, terra que é do GDF, terra particular e terras em comum”, disse, reforçando que a cidade tem que ser digital para acompanhar online a questão das invasões. Para acelerar a oferta de imóveis, também defendeu a criação de políticas públicas com a participação do setor da construção.

 

Meio Ambiente – Já sobre a questão do manejo de resíduos sólidos da construção civil, Izalci Lucas deu ciência ao presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, que foi diretor do Sistema de Limpeza Urbana (SLU) e que a Lei de Resíduos Sólidos é de sua autoria. O candidato informou que na cidade Estrutural há reaproveitamento do resto de material de construção para fabricação de tijolos, defendendo áreas de transbordo em todas as regiões administrativas do DF.

 

Sobre a Lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais), reforçou que é preciso prestigiar preço e técnica. “Não dá para fazer licitação e, no dia seguinte, já fazer um edital por falta de projeto. Não temos projeto. Perdemos milhões por falta de projeto qualificado”, ressaltou.  Ao presidente da Asbraco, Afonso Assad, Izalci Lucas afirmou que saneamento é fundamental, assim como o anel viário. Para isso, mencionou que precisa de um projeto bem elaborado, que não precise de aditivos. O candidato enfatizou que é totalmente contrário ao uso do pregão eletrônico nas licitações para contratação de obras e serviços de engenharia.

Sandra Bezerra
Assessoria de Comunicação do Sinducon-DF, Ademi DF e Asbraco

O evento foi transmitido ao vivo pelos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube. Confira!

Link; https://youtu.be/jajmA1TwC4A

 

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PAULO OCTÁVIO PROMETE GERAR 100 MIL NOVOS EMPREGOS EM INFRAESTRUTURA E CRIAR NOVAS CIDADES ORDENADAS NO DF.

 

 

Enfrentar os desafios do crescimento desordenado no Distrito Federal, com planejamento tanto para habitação de mercado quanto para a baixa renda, e gerar 100 mil empregos em infraestrutura, são alguns dos desafios que o candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Paulo Octávio (PSD/DF) pretende enfrentar com planejamento ordenado nos próximos quatro anos, caso seja eleito governador nas eleições de 2022. “Tenho propostas de cidades ordenadas”, afirmou, durante o Encontro com Candidatos ao Governo do Distrito Federal: Compromisso com a construção civil – Eleições 2022, promovido em conjunto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF); a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF); e a Associação Brasiliense de Construtores nesta terça-feira (13/09), em Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

 

A ideia, segundo ele, uma e eventual gestão sua fará aprovar o Setor do Jóquei Clube e a Cidade do Exército, na extensão da Estação Rodoferroviária. “O que estamos vivendo hoje é um crescimento desordenado”, salientou, ao abordar o tema Política Habitacional de Interesse Social do Distrito Federal.

 

Mediado pelo consultor político Marcelo Moraes, o evento ouviu as propostas de quatro dos seis candidatos mais bem colocados nas pesquisas de opinião. Por motivo de agenda, as candidatas Keka Bagno e Leila declinaram do convite. Atendendo a ordem fixada por sorteio, Paulo Octávio foi o segundo candidato a se pronunciar. Na abertura, os presidentes das entidades reforçaram que a pandemia da Covid-19 mostrou a importância da construção civil, que manteve e gerou novos empregos formais durante a crise sanitária. A indústria contribuiu com 3,9% do PIB do DF e a construção civil é o seu maior componente, com 52%, o que equivale a R$ 4,9 bilhões. “Quando a construção civil vai bem, a economia também vai bem, mas o contrário também acontece”, salientaram.

 

Ocupação ilegal no DF — Questionado pelo presidente da Ademi DF, Eduardo Aroeira Almeida, Paulo Octávio disse que é imprescindível adotar medidas para evitar a ocupação ilegal no Distrito Federal.  “O governo vai ter que fazer um esforço enorme para atender as famílias mais carentes, porque senão áreas nobres e com proteção ambiental serão ocupadas. É preciso achar uma solução”, mencionou, completando que “não dá mais para deixar a cidade crescer desordenadamente. O BRB tem que estar mais atento às questões sociais, tem que investir mais na baixa renda”.

 

Se eleito, Paulo Octávio afirmou ao presidente da Asbraco, Afonso Assad, que pretende gerar 100 mil novos empregos com projetos de infraestrutura em Brasília, no período de 2023 a 2026, nas áreas de educação, saúde, de segurança e viária. “Acredito na infraestrutura como a grande alavancadora de geração de emprego e renda para a cidade. Infraestrutura é qualidade de vida. Darei todo o apoio para investimento maciço em infraestrutura”, frisou.

 

Como obras, destacou a necessidade da construção de um anel rodoviário; de dois novos hospitais – em São Sebastião e Recanto das Emas; de policlínicas que possam atender a população nas cidades, de estradas marginais e ampliação do metrô.

 

Meio Ambiente — Em resposta à pergunta do presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, o candidato disse que a questão ambiental é fundamental. O grande desafio do setor da construção é avançar em tecnologia. “Precisamos proteger as nascentes, por isso o crescimento ordenado é importante”, comentou. O candidato que, se eleito, seu governo fará o mapeamento das erosões e do escoamento de terras. “Toda cidade que nasce bem, com planejamento, não cria problema para o meio ambiente”.

 

Sobre Licenciamento Ambiental, no que diz respeito ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Paulo Octávio defendeu um governo dinâmico e proativo para ajudar o setor produtivo.  Já sobre o projeto “Águas do DF”, para drenagem das águas pluviais do Distrito Federal, defendeu o trabalho preventivo.

 

Para acelerar a oferta de imóveis, afirmou que o governo precisa ser mais ágil. “É preciso ter coragem”. Paulo Octávio reforçou que, de 1990 a 1994, houve planejamento e coragem para enfrentar os obstáculos. “Todos os governos erraram. Se existe um governo que acertou na política habitacional foi o Roriz [Joaquim Roriz], porque fez um planejamento e fez cidades novas – Recanto das Emas, Riacho Fundo, Santa Maria”, disse.

 

Perdeu a sabatina? Ainda é possível assisti-la nos canais oficiais do Sinduscon-DF e da Ademi DF no YouTube.

https://youtu.be/jajmA1TwC4A

 

Sandra Bezerra
Assessoria de Comunicação do Sinducon-DF, Ademi DF e Asbraco

 

 

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