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“Secretária de Desenvolvimento Econômico.”

Presidente Afonso Assad esteve em reunião Secretária de Desenvolvimento Econômico, nesta terça-feira dia 04 de outubro 2021, para tratar das obras da ADE da Ceilândia, obra de grande importância para os o
Empreendedores do DF, presentes o Secretário de Desenvolvimento Econômico Márcio Faria Júnior e Empresários da Construção Civil responsáveis pela execução das obras.

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“ESG e o Futuro das Empresas” será apresentado no Enic. Fique por dentro do assunto!

O impacto do ESG nas empresas, além do valor social, pode garantir um diferencial econômico para as organizações, gerando vantagens competitivas. A palestra vai abordar a contribuição do setor para os critérios de sustentabilidade e como as empresas podem incorporar os fatores ESG em suas estratégias. O tema será debatido no 93º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que acontecerá entre os dias 18 e 21 de outubro. O painel “ESG e o Futuro das Empresas” será no dia 19/10 às 18h.

Para discutir o assunto, nomes de peso foram convidados, dentre eles estão o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da entidade, Fernando Guedes, o vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, Carlos Alberto de Moraes Borges, o diretor operacional da Dimensional Engenharia, Vinicius Benevides, e o Diretor Executivo da SITAWI, Gustavo Pimentel.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, destaca a preocupação da entidade com o futuro. “As ações mostram que a CBIC tem uma preocupação com o futuro, de antever os movimentos que acontecerão, principalmente, para que as empresas e as pessoas saibam como se planejar”, afirmou.

Ainda sobre o tema, o presidente da CPRT/CBIC, Fernando Guedes, ressaltou que dentro da área social, a CBIC tem uma atuação muito forte. “Para mim, ESG é a materialização do propósito da empresa. É você conseguir transformar em indicadores as ações socioambientais e de governança que as empresas adotam para que isso seja mostrado para a sociedade por meio de relatório. Os players vão analisar os indicadores e cobrar das empresas a sua melhoria ou implementação”, afirmou.

Inscreva-se no evento para conferir este importante debate para o setor!

Nesta edição, o Enic será na palma da sua mão. É o maior evento da indústria da construção na tela do seu celular – online e gratuito!

Garanta sua inscrição e veja o site do evento!

Veja o convite do diretor operacional da Dimensional Engenharia, Vinicius Benevides:

Reprodutor de vídeo fonte: CBIC 

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O 93º Enic é uma realização da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e conta com apoio do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional).

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“O Seminário de Direito Imobiliário Ademi/DF”

“O Presidente Afonso Assad participou da abertura “O Seminário de Direito Imobiliário Ademi/DF”, onde reuniram-se importantes atores do Direito privado e do Poder Judiciário do Distrito Federal.”
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“O crescimento do setor da construção civil como impulso para a economia brasileira.

O retorno das feiras é uma das iniciativas que chega para contribuir com este avanço

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

Apesar da pandemia da Covid-19 e os desafios enfrentados desde o início de 2020, como o contínuo aumento nos custos dos materiais e a falta de mão de obra, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) tem a expectativa de subir de 2,5% para 4% o crescimento do setor da construção civil em 2021.

A projeção é do estudo de Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2° trimestre deste ano, realizado pela CBIC. Esse é o maior crescimento previsto desde 2013. Todos estes números vêm de encontro também com o momento em que estamos vivenciando, visto que as pessoas ficaram mais tempo em suas casas e começaram a investir mais em conforto e bem-estar.

Desde então, a demanda por novas moradias e por reformas nos lares já existentes, têm crescido constantemente. Outro fator que também segue essa mudança no mercado, é a arquitetura. A pandemia trouxe novas necessidades às pessoas, como ter um local adequado para o home office, um espaço de higienização na entrada de casa, a natureza junto dos móveis e a automação residencial, são algumas dessas apostas.

Feiras como impulso da economia na região sul

Desde o avanço da vacinação na população contra a Covid-19 e a queda no número de casos, aos poucos, os eventos estão sendo retomados. Seguindo as medidas necessárias no momento, como número simultâneo de participantes e os protocolos de segurança, está se aproximando a data da 18ª Feira CasaPronta, que acontecerá na cidade de Criciúma, entre os dias 06 e 10 de outubro, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti.

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

evento une os setores de construção, decoração e mobiliário e já se tornou uma exposição tradicional na região sul de Santa Catarina. Além da venda direta para aqueles que desejam construir o seu próprio imóvel, o Salão de Negócios da Acomac é o espaço direcionado para que a indústria também possa expor os seus produtos diretamente para os lojistas.

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

Segundo Gilson Godinho, presidente da Acomac-Sul (Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção da Região Sul de Santa Catarina), a troca disponibilizada pela feira, possibilita um momento extremamente produtivo para o setor. “Assim como as indústrias apresentarão os seus produtos e farão o relacionamento de negócios, fica o nosso convite para que os lojistas participem, pois haverá condições especiais e as empresas estão voltadas para fechar bons negócios”, frisa Gilson.⠀

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

O espaço como vitrine para divulgação dos produtos

Feira CasaPronta possibilita a venda direta entre lojista e o público e também da própria indústria com o lojista, com preços e condições especiais preparadas especialmente para o evento. É por isso que, de acordo com a diretora da NossaCasa Feiras & Eventos e organizadora da CasaPronta, Jaqueline Backes, tudo o que é preciso para construir ou decorar um imóvel, as pessoas encontram na exposição.

Foto: Arquivo CasaProntaFoto: Arquivo CasaPronta

“A variedade de produtos e de linhas nos setores da construção, mobiliário e decoração, é uma das marcas da feira. E, além de impulsionar a economia dos setores na região, também é uma ótima vitrine de divulgação”, acrescenta Jaqueline.

As projeções já apontavam que 2021 traria um avanço significativo para o setor da construção civil, e os dados demonstram que o ramo fechará o ano com uma das perspectivas mais positivas em relação à economia do Brasil.

fonte: ND+

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“Construção Civil será beneficiada por desoneração de folha de pagamento PL permite que empresas paguem alíquotas de 1 a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre a folha de salários.”

“A Construção Civil será um dos 17 setores da economia beneficiados pelo Projeto de Lei nº 2.541/21, que prorroga de dezembro de 2021 para dezembro de 2026 a desoneração da folha de pagamento. A matéria foi aprovada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados para tentar melhorar o cenário desses segmentos, fortemente prejudicados pela pandemia no que se refere à geração de emprego e renda.

A iniciativa permite que as empresas paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre a folha de salários. Os setores beneficiados dizem que isso ajuda a manter 6 milhões de empregos. Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Pará (Sinduscon/PA), Alex Carvalho, o setor, um dos mais importantes na garantia de mão de obra, precisa, com urgência, de reduções significativas de desoneração da folha de pagamento.

“Não só essa da desoneração da folha, mas precisamos que haja, ao longo dos próximos meses, o quanto antes, na verdade, um processo drástico de desoneração da folha de pagamento para poder facilitar a geração de empregos e criar um mecanismo de aceleração contundente e permanente de geração de novos empregos. Sem isso, o sobe e desce na geração de empregos continuará frequente”, avaliou.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista e dos Lojistas de Belém (Sindilojas), Joy Colares, afirma que, indiretamente, o setor é beneficiado pela medida, já que o comércio está com dificuldades de manter os empregos de seus funcionários. “O setor não está diretamente beneficiado, mas como beneficia o setor da indústria, que são consumidores do varejo, é importante para o setor do comércio, porque são empregos não perdidos. São segmentos que empregam bastante gente. Como estamos com dificuldade de gerar emprego, dada a economia não ter se recuperado, se ainda tivermos esse aumento no custo vai ser pior. Que fique como está e seja estendido a mais setores”, declarou.

Projeto de Lei

Os setores beneficiados pelo projeto e considerados alguns dos mais intensivos em mão de obra são: calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, TI (tecnologia da informação), TIC (tecnologia de comunicação), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

A comissão acolheu parecer favorável do relator, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). “A extinção da desoneração da folha representaria obstáculo à manutenção e à geração de empregos, pois agravaria custos de contração para os importantes setores da indústria, dos serviços, dos transportes e da construção”, disse.

A matéria altera a Lei 12.546/11, que trata de temas tributários. O texto também eleva em um ponto percentual a alíquota de Cofins-Importação para um conjunto de produtos, de forma a equilibrar os custos entre bens produzidos no Brasil e no exterior.

Em 2020, Bolsonaro vetou a prorrogação, até o próximo dia 31 de dezembro, da desoneração da folha para os mesmos 17 setores. O Congresso, no entanto, derrubou esse veto. Na Câmara dos Deputados foram 430 votos a 33 em defesa da desoneração. No Senado, 64 votos a 2.

Segundo o governo, a desoneração até o final deste ano custará R$ 10 bilhões aos cofres públicos. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.”

 

FONTE:O LIBERAL

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